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Este é um texto repleto de questionamentos e algumas respostas, porém vou tratar o assunto do título de maneira superficial, pois a intenção desta postagem é fomentar a vontade de desenvolvimento pessoal e não entregar respostas para temas que podem se aprofundar em páginas e mais páginas de bibliografias reconhecidas mundialmente como a publicação “Design Thinking de Tim Brown”, ou horas de vídeos em TED Talks, Youtube e até mesmo no Netflix onde o assunto é tratado.

Antes de responder ao questionamento do título, primeiramente, deixe-me apresentar, meu nome é Yuri Suchodko de Lima, formado em propaganda e marketing, já trabalhei com qualidade ISO9001, já tive agência de publicidade e trabalhei em empresas de diversos segmentos antes de me tornar consultor certificado em SD (desde 2012), além da academia SD, Concluí treinamentos em ABAP, LES e Logistics S/4HANA.

Este último me motivou a criar este texto, esta é minha primeira publicação neste fórum.

A ideia não é falar sobre quem sou, até mesmo porque meu cv está no Linkedin, grande parte dos meus amigos estão no Facebook e publicações mais recentes das minhas corridas de triathlon e outras bobagens que faço em meu instagram.

Vamos falar um pouco sobre design Thinking e porque isto é importante para nós consultores SAP.

O Mundo está diferente, metodologias ágeis são a “onda” do momento e estão dominando o mercado de projetos não somente em tecnologia, e a SAP, empresa detentora do maior e melhor ERP do mercado não poderia ficar de fora.

Quem está no mercado SAP como consultor, já deve saber que a SAP suportará o ERP até 2025. Não há previsões de atualização a curto prazo, o Foco da companhia está em S/4HANA.

E o que o design Thinking tem a ver com isso?

Design Thinking não é somente colar post its coloridos em paredes, é uma das metodologias ágeis que é totalmente aderente ao modelo de implantar o S/4HANA com FIORI.

É um método sem regras muito rígidas, baseado no processo criativo utilizado por designers, traduzindo ao pé da letra, de maneira sucinta e superficial, é a estrutura utilizada no “pensando em um desenho”

Em resumo, a metodologia Design Thinking atua no seguinte ciclo:

Emphatize > Define > Ideate > Prototype  > Test

Traduzindo e resumindo:

Empatia: Basicamente é o entendimento do público que você irá atender, levantamento de informações sobre as atividades que os usuários realizam em seu cotidiano.

Definição: Trata-se de definir os processos adequados, o entendimento dos problemas e dificuldades encontradas na fase anterior

Idealização: Aqui entram os post its, são realizados os brainstorms(chuva de palpites), evitando julgamentos e sem cortes das opiniões alheias para encontrar as soluções para os problemas encontrados nas fases anteriores.

Protótipo: Aqui a solução começa a tomar forma, protótipo pode ser  um documento, um modelo e você passa a conhecer e utilizar o Build, uma ferramenta maravilhosa onde é possível criar protótipos e demostrar ao usuário antes da entrega da solução.

Teste: Sim, teste. Este ciclo está concluído, vamos ver se o que foi desenhado funciona na prática, se estiver tudo OK, suba para produção e comece um novo ciclo.

Simples assim e muito mais rápido do que estamos acostumados, estou falando em ciclos rápidos, com duração de semanas a poucos meses.

Isto é tudo lindo e funciona desde que haja entendimento que ao comprar a solução não está adquirindo somente um sistema, sim as melhores práticas e processos adequadas um sistema. Existirão melhorias e adequação a particularidades de processos, mas a ideia é agilizar as entregas, pois clientes não querem e não podem mais esperar meses, anos para começar a visualizar as soluções adquiridas e que as vezes não são aderentes às necessidades do cliente.

Com toda essa mudança para o S/4HANA, as soluções, entregas e projetos serão mais curtos com mais entregas.

Se você, consultor SAP quiser saber mais sobre o Design Thinking, conhecer o Build e entender como construir protótipos, poderá realizar o curso gratuito na OpenSAP o nome do curso que fiz lá e trata sobre o tema é: Design Your First App with Build*

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5 Comments

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  1. Fausto Motter

    Belo artigo.

    Existem muitas possibilidades abertas, mas o desafio (grande) que vejo é a questão cultural; não temos a cultura de prototipar e trabalhar com conceitos de melhoria continua.

    Valeu, FM

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    1. Yuri Suchodko De Lima Post author

      Obrigado pelo comentário e inspiração Fausto, você é um dos responsáveis por este texto.

      Como você mesmo disse, cabe a nós começarmos a difundir este tipo de conhecimento e praticarmos em nossos projetos.

      Tanto para nossa melhoria, como na melhoria de processos em projetos que estamos envolvidos.

       

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  2. Jarlei Nascimento Gonçalves

    O conceito de prototipar e entender o cliente nao eh novo, em outras areas se usa bastante: Engenharia: muito produto e ate mesmo componentes, montavamos prototipos primeiro, a industria automotiva eh um bom exemplo. Na arquitetura, temos sempre um prototipo para apresentar cliente. Na area de sistemas, ha muito tempo, havia o famoso teste de mesa, onde o grupo de analistas se reunia para entender melhor o que deveria ser desenvolvido. Em algum momento perdemos esta sensibilidade, que agora esta voltando de uma forma organizada e direcionada. Mas isto tb exige uma visao lateral, pensar fora do quadrado e claro, experiencia pratica, no meu entender, para poder ser propositivo.

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    1. Yuri Suchodko De Lima Post author

      Jarlei, o design Thinking não se resume ao protótipo, este é parte do processo…

      O conceito de prototipar não é novo, mas você já conhecia o Build para prototipar a aplicação em FIORI?

      Este era novidade para mim.

      (0) 

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